*J'ai peur de devenir un adulte sans rêves*

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Toque...


Existem vários significados. Para alguns é um sofrimento doce, que se derrete e dissolve; um prazer solitário. Para outros é descoberta, intimidade, liberdade, alegria estantanea.
Mas de qualquer forma é um vicio, um refugio, em um toque o controle, controle de si.
Tudo alimenta o pensamento, a imaginação. Ao fechar os olhos procuramos imagens, ao entreabrir os lábios sussurros alheios.
Alguns querem apenas o fim, outros mostram anseios que não têm coragem de mostrar a mais ninguém.
Desejos ditos "sujos" que todos sentem, aqueles que atraem a todos desse sistema de convenções e represálias.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Serenidade...

O meu rio estava calmo, minha mente vazia, despreocupada. Em seus olhos haviam tempestade, nuvens negras trovoadas.
Havia o pressentimento, mas esse meu rio, como os outros, segue seu curso e levava a ti.
Quanto mais lutava, mais ficava turbulento, violento, fui levada, arrastada, não resisti, toquei você!
Em sua pele havia eletricidade, atração, as suas mãos me derretiam, seus lábios me invadiam, exploravam, me achavam enquanto eu me perdia.
Senti sua chuva me acariciar em milhões de gotas cintilantes, e de nossas bocas trovões que seguiam raios luminosos surgidos do centro de nós.
Mas então meu rio continuou seguindo em frente, deixando sua tempestade chorosa pra trás. E eu lamento por ser um rio, e posso sentir suas lágrimas levadas por mim, que misturam-se e aos poucos desaparecem.
E no fim a calmaria prevalece.

Histórinha de criança...

 Era uma vez uma garota... Uma garota completamente perdida!
Ela tinha uma vontade imensa de fazer milhões de coisas, que nunca fazia, e uma tendência enorme de culpar o mundo por isso.
Vivia querendo provar o quão forte era, e por vezes tomava a frente de coisas simples, que não lhe importavam... Mas fugia e se escondia quando os assuntos eram sérios e realmente a assustavam, aqueles que mexiam com seus sentimentos e que colocavam em risco seu coração.
O fato de poder se tornar vulnerável era seu maior tormento, por culpa dele ela não construía nada que pudesse precisar entregar-se, como uma amizade verdadeira ou um amor sincero, seu sofrimento era constante...
Sozinha, ela foi aos poucos se perdendo em um deserto que lhe ia sumindo, em um momento qualquer que não se sabe noite ou dia ela percebeu a total escuridão, e quando sentiu medo e tentou gritar sentiu o arranhar na garganta, que por falta de uso não produzia mais som... Ou talvez houvesse, mas simplesmente não existia mais ninguém que a ouvisse.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tô de volta...

Bem... Estou cheia de idéias. coisas que nunca conto, nunca escrevo... E resolvi retomar meu querido blog! Com novas sensações... Novos sentimentos...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Amor e outras drogas...

 
Uma rápida nota... Não se pode dizer que este foi um "filméco", visto que assisti sozinha. Mas se fosse seria colocado na linha do regular pra bom.
Primeiro, adoro os atores que interpretam o casal romãntico, Sendo Jake Gyllenhaa o sedutor Jamie e Anne Hathaway a louca, direta, viciada em sexo Maggie, o filme é de Ed Zwick, um diretor mais conhecido por dramas de grandes proporções (''O Último Samurai'', ''Diamante de Sangue'', ''Nova York Sitiada'') do que por comédias românticas (ou, neste caso, ''dramédias''). 
O que de fato me atraiu neste filme foi terem usado o mal de parkison, que é uma doença que nunca tinha visto sendo mostrada em filme nenhum, as atuações foram engraçadas, emocionantes e com certeza mecherem comigo de diversas formas. Enfim, é uma boa escolha para quem queira um amor que supera obstaculos bem menos clichê e batidos...
Depois prometo esplanar melhor sobre o filme! 
Até lá, é isso..
.N

Pseudo escritora

A coisa mais simples do planeta é "se dizer algo". Dentro de nossas mentes fantasiosas podemos ser absolutamente tudo, e muitas vezes as possibilidades que acreditamos possuir nos fazem achar que tudo será e permanecerá em perfeita harmonia.
Sempre quis ser escritora, na verdade sempre gostei de escrever e como tive durante muito tempo o objetivo de viver de algo que amasse...
Lógico que poucas vezes fiz algo que achasse digno de mostrar a alguém, e com o passar dos anos deixei de viver no mundo da fantasia para ver a realidade que se apresentava tão dura, materialista, que não podia esperar a inspiração chegar. 
Agora é assim, não temos tempo suficiente para viver da arte quando ela nos vem a longo prazo. A desvalorização por parte da minha fámilia também me fez ver quão mediocre seria aos seus olhos ter uma filha formada em TEATRO por exemplo, e a cada segundo de repressão eu me perdia de quem sou!
Já comecei uma quantidade assombrosa de contos e livretos que nunca passam da centéssima página, e como isso me frustra...
Enfim, indo logo ao ponto... Depois de anos em silêncio simplesmente larguei o curso de jornalismo em uma ótima universidade e decidi fazer teatro ou literatura! 
Minha fámilia surtou, e de fato eu também, mas nesse momento eu voltava a ver que de fato jornalismo não me deixava expressar o que sentia, mostrar meu potencial literário (que eu penso ter) e que apesar de parecer louco, a vida de uma professora de teatro não me parece de todo mal... Não busco fama, ou nada do tipo, meus motivos para seguir algo assim são outros, e pretendo ser fiel a esses motivos!
Agora infelizmente tenho que me retirar, sei que é abrupto mas eles me chamam... E tenho que ir ao encontro deles! Logo logo volto as minhas lamúrias e desabafos intermináveis. 
Até logo
N. 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O que te faz ser?

Pensando em todos meus momentos, felizmente encontrei algo que me conforta, me faz realmente feliz... Sinto essa relação intima com meu corpo, essa paz, a expressão de quem sou e que posso usufruir sem nenhuma culpa, medo ou repreensão.
Dançar é minha fuga, meu meio de esquecer tudo, meu ritmo pode não ser correto e meus passos nem de longe perfeitos, mas ainda assim os amo, pois é assim que sou, e entendi que é tudo que posso e quero ser!
Não comando isso, nem ninguém o faz, é especial demais para ser controlado por quem quer que seja. 
Tudo já é tão limitado, tão complicado, tão copiado, forçado que já não me importo em ser perfeita ou esquisita, melhor ou pior que ninguém, contanto que pelo menos nisso eu consiga continuar sendo eu mesma, unicamente e puramente eu!

Agora já vou indo!
Bjin
N.   

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

#COMER REZAR AMAR#


Nossa, os últimos filmecos foram desastrosos, mas COMER REZAR AMAR salvou a pátria!
Um filme fantástico protagonizado por Júlia Roberts, tendo o incrível Javier Bardem, e é baseado no livro escrito por Elizabeth Gilbert, que se baseia em suas esperiências próprias.
Com diálogos encantadores, inteligentes, cenários de tirar o fôlego e Javier tentando interpretar um brasileiro não tem como não amar este filmeco, que mostra o que no fundo todos procuramos, amor próprio, para que possamos amar outro, saúde do corpo e paz de espírito!

Velhos hábitos (nunca?) morrem

As vezes eu acho que quero tudo bem, tudo em paz, uma vida normal... Me envergonho ao olhar no espelho e ver que não sou assim, dramas me inspiram, me tiram do chão, acho que não suportaria ouvir isso de alguém que não eu mesma.
Me sinto vazia quando estou só, mas me incomoda a companhia. Me tranco em quartos escuros, desarrumados e escrevo sobre mentiras, fantasias, talvez seja o que estou fazendo agora.
Quem saberia?!
Meu Deus, o que procuro em mim, nos outros, nesse lugar abafado com cheiro de mofo?
Só sei que conheço alguém, uma pessoa incrível que gosta de mim, eu também gosto, pode acreditar. Faço que me ame, dou-me toda, sem limites então chega a hora, eu penso:"diga, diga isso bem alto", então ao ouvir as doces palavras sinto-me cheia de alegria, essa sensação momentânea se acaba quando percebo que já não escrevo, já não penso, não respiro e nada me inspira... Me assusto e fujo, corro, me tranco novamente, me sinto traída por mim mesma, choro, ignoro meu amor, desligo o celular, procuro velhos amigos, busco ombros para chorar, sento-me à noite em frente ao computador e escrevo, escrevo, descrevo e toda magoa, toda dor, toda saudade e desespero transborda em palavras verdadeiras, vivas, sofridas... *Para escrever sobre qualquer coisa, antes precisa vive-la, sentir na carne, gravar na alma à fogo o que logo transborda em palavras no papel.
Esta é uma sina, um destino marcado, um circulo vicioso, pois logo as feridas curam, e é chegada a hora de voltar aos velhos hábitos. Procurar até achar!
A solidão me assombra, mas não sei se consigo viver sem ela, minha droga, meu vicio...
Se sou louca?! Talvez seja! É provável que sim.
Mas essa pode ser só mais uma invenção, uma mentira, uma criação inconsciente que ilude até a mim mesma...
Deixo aqui minhas dúvidas e inseguranças... Agora chega de divagações.

Até!
Beijinhos
N.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Havia uma garota na rua, seus cabelos ondulavam cor de cobre. Ninguém sabia que ela estava lá... Olhava pro nada com ar de quem viu demais, e depois de dar passos incertos entendeu que virar as costas trazia consequências e fechar os olhos tira o tempo de quem o possui. Sorte tem os que enxergam além do nada, além do tudo, e sabem que o tempo é algo raro, um bem nos dado com prazo onde acaba... Tudo acaba

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

**Aonde leva essa loucura? Qual é a lógica do sistema?

Eu não busco mais do que quero agora, não vivo mais do que meus momentos, não enfio vontades goela abaixo, não tenho dignidade pela metade, não crio personagens para culpar, não minto meus instintos, não gosto de tudo que todos gostam, não vivo cheia de motivos, não tenho preceitos, sou contra o preconceito, eu crio ilusões pessoais, viajo em lembranças até me perder do que sei, duvido de tudo, acredito quando sinto, grito sem motivo, defendo quem quero, viro as costas e vou embora, danço no vento, vejo aparições, leio os antigos, escrevo novidades...


Filmes que são um terror...


Tá... em uma frase: Que porra é essa?
A pouco tempo eu e um grande amigo resolvemos criar uma segunda-feira do "filméco" *Tipo ir na sorte, se o filme for bom ótimo, se não a gente comenta, ri e vê que tem coisa mais escrota que a nossa vida. *rsrsrsr
Dois dos filmes que vimos foram esses aí: OS VAMPIROS QUE SE MORDAM e O ÚLTIMO EXORCISMO.
Primeiro vimos o último exorcismo, que em alguns momentos* eu que odeio terror* até dei uns gritinhos, mas o final é repentino, batido e mal explicado. O dos vampirinhos metrosexuais e Lobisomens chiuaua é o maior "besteirol" de todos os tempos* Ok, talvez essa tenha sido a idéia desde o principio... só que esse filme alopra; chega a ser tão ridículo que da vontade de rir de tão ruim que é* kkk. Então fica dada a dica:
NÃO PERCAM SEU TEMPO VENDO ESSAS PORCARIAS... A não ser que pretendam ter um dia do "filméco" também

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Voltando e querendo...

Bom... Mal comecei e abandonei meu blog, não tinha certeza do que deveria escrever. Mas nos últimos messes descobri que certeza não é garantia de acerto, e eu não posso desistir tão fácil de algo por ser um tanto confuso e complicado, porque senão nunca vou terminar nada na minha vida*ela é confusa e complicada por inteiro...
Mas a de quem não é?!
Vou tentar considerar o que vi, vivi e senti nesses dias tão incomuns...
No começo tudo era ruidoso, aí descobri que estar em silêncio não é necessariamente estar calado, e percebi que existem coisas que simplesmente não foram feitas pra mudar, mas que podem ser lentamente modeladas se necessário. Que amigos mentem. Que é melhor enxergar logo as diferenças entre você e quem você ama, antes que as conseqüências de fechar os olhos sejam irreversiveis. Que uma pessoa não é composta de um momento, mas que um momento composto pela pessoa certa é fantástico...
Tive um momento de entendimento, aquele em que o mundo fica alheio e se pode ver tudo com objetividade, senti uma leve pontada de dor ao perceber que amores vão e vem, e o que eu julgava eterno realmente era, mas só pelas cicatrizes deixadas. Ao olhar para frente e olhar minha expressão no espelho enxerguei que nem sempre abaixar a cabeça é sinal de respeito, que alto-piedade é foda.
Que intrigante foi também constatar que existem pessoas maravilhosas consideradas inúteis, e que não sou tão imatura quanto me faziam crer, que pensar em mim não é necessariamente ser egoísta e que dinheiro pode ser o cancêr do mundo... Mas faz falta pra caralho*ops.
**Bjux
N.

quinta-feira, 25 de março de 2010

o sabor dos homens

ATUALMENTE TEMOS MULHER MELANCIA, MULHER JACA, MULHER MORANGUINHO E TANTOS OUTROS ADJETIVOS DESAGRADÁVEIS A NOSSA CLASSE... DIANTE DESTA NOVA MODA, SEGUEM ALGUMAS DEFINIÇÕES DO QUE DIRÍAMOS SE REPRESENTASSEM AS IGUARIAS MASCULINAS...HEHEHEHEHEHE

HOMEM Camarão : só tem merda na cabeça, mas é gostoso e você come assim mesmo.

HOMEM Caranguejo: é feio e peludo, mas você bate nele, limpa direitinho e come.

HOMEM Pão : tem sempre o mesmo gosto, mas você come todo dia.

HOMEM Aperitivo : acompanhado de uma bebida você come e ainda acha bom.

HOMEM Maracujá : é todo enrugado, você come e depois sente vontade de dormir...

HOMEM Lagosta : só come quem tem dinheiro.

HOMEM Caviar : você sabe que alguém está comendo, mas não é ninguém que você conheça.

HOMEM Bacalhau : você só come uma vez por ano.

HOMEM Maionese de Fim de Festa : todo mundo te avisa pra não comer, mas você come porque está desesperada; arrepende-se e depois passa mal.

HOMEM Rã : todo mundo já comeu, menos você.

HOMEM Salada : é bonito, mas quando você come descobre que não é tão gostoso assim.

HOMEM Marmita : não é lá essa coisa, mas você come rapidinho.

HOMEM Cafezinho de Supermercado : você nem faz questão, mas como é de graça, você come.

HOMEM Jiló : é horrível, mas você conhece alguém que come.

HOMEM Docinho de Festa : você fica com vergonha de chegar junto, então vem outra, come e deixa você chupando dedo..

HOMEM Cogumelo Venenoso : comeu, ta fudida.

HOMEM Feijoada : você come e ele fica te enchendo o dia todinho.

HOMEM Coqueiro : pode trepar que não tem galho.

HOMEM Miojo : em um minuto ta pronto pra comer..

HOMEM Coca 2 litros : dá pra seis

HOMEM pé de chuchu: Você é obrigado a comer senão a vizinha vai lá e come.

HOMEM BIS : você come, repete e nem se lembra das calorias!!!!!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Evite ser Traído



Não é de hoje que eu sei que Arnaldo Jabor é fantástico, tanto que este é o segundo artigo escrito por ele no meu blog. E deste eu posso tirar duas conclusões:
1: Ou ele já tomou muito chá de chifre e aprendeu com isso; ou
2: Ele entende perfeitamente os desejos e necessidades das mulheres...

Então curtam esse texto, é ótimo e dá várias dicas pra vocês garotos, não terem um peso a mais em suas cabeças.

Para as mulheres, uma verdade! Para os homens, a realidade. Assim, após um processo 'investigatório' junto a essas 'mulheres modernas' pude constatar o pior.VOCÊ SERÁ (OU É???) 'corno', ao menos que:

- Nunca deixe uma 'mulher moderna' insegura. Antigamente elas choravam. Hoje elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios'. Ela tem de saber da sua boca o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é asssinar atestado de 'chifrudo'. As 'mulheres modernas' dificilmente andam implicando com isso, e se implicar uma vez e depois não se importar mais.... atenção!! Aí tem!!! Entretanto, elas são categoricamente 'cheias de amor pra dar' e precisam da 'presença masculina'. Se não for a sua meu amigo.... Bem... com certeza será de outro. Mulheres assim nunca ficam sozinhas! Pelo contrário tem sempre
no mínimo 3 na fila.

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As 'mulheres modernas' têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 25 aos 42 anos, elas pensam, e querem fazer sexo TODOS OS DIAS
(pasmem, mas a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

- Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar ou imaginar o fato de você estar olhando para outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo a um 'chifre' tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já
existirá alguém MUITO MAIS 'comedor' do que você... só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.

- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora? Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você reparar... já foi.

- Tente estar menos 'cansado'. A 'mulher moderna' também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para muita coisa.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em 'baladas', 'se pegando' em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas... senão...

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão 'quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência'. Desse modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena
consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas 'mancadas'...Proteja-a, ame-a, e principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele 'bonitão' (ou aqueles bonitões) que vive (vivem) enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!"

quarta-feira, 3 de março de 2010

O.o

Oração da Gestalt (Frederick Perls)


Na minha modesta opinião psicologia é phoda!
E lendo encontrei essa oração, e sinceramente acho que vou seguir de agora em diante. rsrsrrsrs

"Eu faço as minhas coisas e você faz as suas.
Não estou neste mundo para satisfazer as suas expectativas
E você não está neste mundo para viver conforme as minhas.
Você é você, eu sou eu.
E se por acaso nos encontrarmos, é lindo.
Se não, nada há a fazer."

**Tudo bem, pode parecer egoísta e tudo mais, mas peraí! Quem vai dizer que é errado viver a própria vida e ainda mais, acho que pra fazer bem aos outros temos que nos sentir bem; e que forma melhor que seguir seus próprios preceitos?!

É isso. Beijukksss**
N.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Se é pra falar de sexo!!! Mandem quem sabe.




E lá estava eu, no meio de uma aula especialmente interessante, quando meu amado professor me aparece com o texto que vos mostro abaixo.
Agora, é sério. É um texto incrivel, feito a muito tempo,mas aposto que se eu não colocasse a data ninguém se daria conta disso!


Arnaldo Jabor (O Globo - 21/09/1999)


A política está tão repulsiva que vou falar de sexo.
Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens nãoquerem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo. Quemousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha? As mulheres não são mais paraamar; nem para comer. São para "ver".
Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes esilicones? Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, parao qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas naTV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cimade garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchosdiante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das "mulheres-liqüidificador".
Essas fêmeas pós-industriais foram fabricadas pelo desejo dos homens ou,melhor, pelo desejo que eles gostariam de ter ou, melhor ainda, pelo poderfálico que as mulheres pensam que os homens possuem.
O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas almejam ser, é a prostitutatranscendental, a mulher-robô, a "valentina", a "barbarela", amáquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.

Antigamente, a prostituta era dócil e te servia. O homem pagava para ela"não" existir. Hoje, a cortesã moderna "existe" demais. Diante delas,todos se arriscam a brochar, apesar de desejá-las como nunca.
A brochura que advém diante destas deusas não é por moral ou culpa; é porimpossibilidade técnica.
Quem se atreve a cair nas engrenagens destes "liqüidificadores"?
Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há. Os"malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos do mesmonarcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Szafir,para o Robô-Xuxa.
A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" asmulheres. Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravistacomo a nossa deu nisso: superobjetos se pensando livres, mas aprisionadasnuma exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas deamor e dinheiro. São escravas aparentemente alforriadas numa grandesenzala sem grades.
Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são areia demais paraqualquer caminhão. Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece oshomens que trabalham mais e ganham menos, têm medo de perder o emprego,vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, cadentes, ameia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas,engolindo sapos, sem o antigo charme jamesbondiano dos anos 60. No sexoneoliberal, o homem brasileiro perdeu o machismo orgulhoso do tempo dasmulheres-objeto artesanais.
A mulher pós-industrial o assusta. Não há maiso grande "conquistador".
Temos apenas alguns "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto amaioria virou uma multidão de voyeurs, babando por deusas impossíveis. Diz uma amiga:
"Não tem mais homem na praça. Só tem casado, "roubada" e "veado".
O messias-viagra

Esta super-oferta de sexo rápido e maquinal está matando o mercado. Ademanda diminui com o freguês inseguro, incapaz de consumir amercadoria, ele se ventindo devorado pelo sanduíche que comprou.
Vem aí uma recessão de corpos, com os preços caídos. Ninguém confessa noOcidente, mas os homens estão brochando em massa. Pesquisas nos EUA mostram que se transa cada vez menos no "turbo-capitalismo".
Como amar entre celulares e Internets, com mulheres digitalizadas? Diantedesta velocidade, o sexo se esvai. A verdadeira sensualidade é lenta.
Precisa do sossego, da meia-luz, do abandono, do tempo vago. A volúpiaprecisa da calma.
Daí, a chegada do "messias" dos paus: o Viagra. Não é para velhinhostristes. Mentira. O Viagra vem preencher o buraco que a globalização abriu, poluído por Aids e angústias de castração. Mais que um remédio, o Viagra está virando um amuleto; só de carregá-lo no bolso, o macho já sesente mais forte.
O Viagra no Brasil virou o anabolizante dos pênis fracos, a contrapartidapara as "mulheres-tchan". A rapaziada está tomando Viagra para festinhasde embalo, para ser uma superoctanagem, um carburador-extra dos homenstímidos, possibilitando trepadas robóticas, onde os corpos se entrechocamsem ninguém dentro.
Ninguém está ali na cama, a não ser dois competidores aerodinâmicos, duas"coisas" sexuais. Só com ajuda de Ecstasy, Viagra, calmantes e coquetéisde chifre-de-rinoceronteé possível o encontro de corpos separados por "camisas-de-vênus", prótesese inibições.
Os casais, hoje, querem ser "coisas sexuais", eficientes, com umaliberdade física total que possa excluir um inconsciente cheio deproblemas.
Esta é a idéia: "- Sou tão mais livre e feliz quanto mais usável! Uso omeu corpo como se fosse uma prótese, um 'outro' que não sou eu, umaterceira-coisa na prateleira do supermercado".
Nosso ideal é sermos desejados como um bom eletrodoméstico. Ninguém querser livre; queremos ser consumidos. Infelizmente, o mito da liberdadetotal mata o desejo. A fé na carne como "coisa" sem lei acaba em camas semprazer. O mercado está banalizando a perversão, numa espécie de "fetichização" do fetiche.
Me explico. O fetiche depende do segredo, do perigo, da escura experiênciada transgressão à lei. Agora, o fetiche se "fetichizou" como mercadoria.
Assim como a um tempo atrás tudo ganhava o emblema da "revolução", hoje tudo caminha para uma "naturalização" banal.
Tudo pode; nada se consegue. O pecado faz muita falta. As hiper-gostosas não têm namorado. - "Ô, coitada..."

**Então é isso!
Beijuks...
N.